Seu estoque sabe exatamente onde cada produto está?
Endereçamento por linha e coluna, com sublocal para marcar a posição exata na prateleira. Separação por onda. Conferência pelo celular. R$ 690 por mês, com o galpão inteiro dentro — e não por operador.
R1-A-3
Linha é o nível da prateleira; coluna é a posição nela. Corredor (opcional, tracejado acima) numera a rua física, para quem separa o galpão em fileiras por corredor — sem ele, o código do local nem muda: fica exatamente A-3, como sempre foi. Sublocal é texto livre para o detalhe que importa pra você — prateleira, caixa, o nome que fizer sentido — e aparece na tela de quem separa, não só na hora de guardar. Mais de um prédio/setor? Tem o campo Cômodo pra separar por área.
Sem cartão para ver. Demonstração de 30 minutos com o seu catálogo dentro — ou entre agora e mexa por conta própria.
Mas a câmera do celular dá conta de ler código de barras?Você entra com os produtos já dentro
A gente traz seu catálogo do sistema que você usa hoje — sem custo e sem você digitar nada. Funciona com qualquer sistema que permita exportar seus dados (planilha, CSV ou XML).
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Falar agora no WhatsAppPreço sem esconder
Nenhum fornecedor de WMS no Brasil publica preço: todos pedem para você agendar uma demonstração antes de dizer o número. É por isso que ele vem primeiro aqui, e do lado do deles para você conferir.
WMS tradicional, um galpão
R$ 2.800 a R$ 6.700/mês
Aqui, o galpão inteiro
R$ 690/mês
É barato por um motivo que dá para verificar: não tem vendedor, não tem consultor e não tem implantação obrigatória. O sistema já vem configurado e roda no aparelho que a sua equipe tem no bolso — os R$ 2.800 do concorrente pagam, em boa parte, a estrutura de vendas dele.
O que tem dentro
Não é um controle de estoque com um campo de "localização". É a operação do galpão: onde guardar, por onde andar, o que separar e quem fez cada movimento.
Linha (o nível da prateleira) e coluna (a posição nela) são o endereço. Corredor (opcional) numera a rua física, para quem organiza o galpão em fileiras separadas por corredor; Cômodo separa por prédio ou setor quando o galpão é grande. Sublocal (opcional) marca o detalhe dentro do endereço: prateleira, caixa, o que fizer sentido. Cada endereço tem etiqueta e sabe o que guarda.
Vários pedidos viram uma volta só pelo galpão, na ordem do percurso. Ninguém atravessa o corredor cinco vezes atrás do mesmo produto.
O separador bipa o produto no endereço. Item errado não passa — o sistema barra ali, e não no cliente.
Contagem por endereço, cíclica ou geral, pelo celular. A divergência aparece endereço a endereço, não como um total no fim do mês.
O que vence primeiro sai primeiro, sozinho. Quarentena e bloqueio de lote para o que não pode sair.
Entrada, transferência, separação, ajuste e estorno com quem fez e quando. "Quem contou esse endereço?" passa a ter resposta.
A câmera lê o código de barras. Coletor com leitor físico também funciona, se você já tiver um. A câmera dá conta?
Wi-Fi de galpão cai. A conferência continua no aparelho e sincroniza quando a rede volta.
Nota fiscal nas 27 UFs sai do mesmo sistema que controla o estoque. Não é o motivo de você estar aqui — mas já vem incluída.
Leitura de código de barras
Dá. E a gente prefere te contar exatamente como ela se sai em cada código, antes de você descobrir no galpão.
As etiquetas que o próprio sistema imprime, de endereço e de estoque, saem em Code 128. A câmera lê de primeira, sem ajuste nenhum.
O código de fábrica da embalagem a câmera também lê. Em embalagem curva, brilhante ou com código pequeno, às vezes é preciso inclinar um pouco o celular até ela pegar.
Um leitor que encaixa atrás do celular: o aparelho vira um coletor de verdade e lê qualquer código, em qualquer ângulo, na hora. Acaba com qualquer problema possível — e custa uma fração do preço de um coletor. O app já aceita leitor físico, sem trocar de sistema.
Resumo honesto: dá para começar hoje só com a câmera. Se a equipe bipa produto de fábrica o dia inteiro, um leitor para celular deixa tudo instantâneo — no mesmo aparelho e no mesmo sistema.
Antes × depois
Em quase todo galpão sem endereçamento existe uma pessoa que sabe onde está tudo. Ela é o sistema. Quando ela tira férias, adoece ou sai da empresa, o galpão para.
Você cadastra cada prateleira uma vez — rua, linha e coluna — e o sistema gera o código de barras para imprimir a etiqueta. Daí em diante o operador bipa o endereço no celular e vê exatamente o que tem nele, com a quantidade.
Na tela: os endereços da Rua 1 e da Rua 2, cada um com o seu código (LOC0001…).
Onda de separação
Separar pedido por pedido faz o separador refazer o mesmo caminho o dia inteiro. A onda junta os pedidos, ordena os itens pela ordem de percurso configurada e devolve uma lista só.
Por rota, por transportadora, por urgência — ou simplesmente os oito da manhã.
Os itens saem na ordem de percurso do seu galpão, e não na ordem em que os clientes pediram. Com dois ou mais separadores, ele divide por rua: cada um fica com o seu corredor.
Na tela: 3 pedidos numa onda só, divididos por rua entre Ana e Carlos.
Produto errado ou endereço errado não passa. E a quantidade aparece na embalagem que ele vai pegar de verdade — "1 tubo fechado", não "40 unidades soltas".
O que foi separado é conferido contra o pedido antes de subir no caminhão.
Enquanto isso, no computador, você acompanha ao vivo quanto cada um já separou — pelo nome de quem pegou.
Na tela: Carlos já pegou 2 de 6 itens na Rua 2; o gestor vê o andamento no computador.
Sem licença por pessoa
No WMS tradicional cada operador é uma licença. O resultado é sempre o mesmo: o dono compra três licenças para oito pessoas, todo mundo reveza o mesmo login, e o histórico registra "Operador 2" — que são o João, a Maria e o Pedro ao mesmo tempo.
Aí o estoque não bate e a pergunta "quem contou esse endereço?" não tem resposta. Foi por isso que aqui o preço é por faixa: cada pessoa tem a própria conta, e o sistema sabe exatamente quem conferiu, quem endereçou e quem moveu cada lote.
O operador de galpão não tem e-mail corporativo e não precisa ter. Ele entra com o código da empresa, um usuário e uma senha — criados por você em trinta segundos, na frente dele.
Conferência, entrada, transferência, ajuste e estorno ficam registrados com quem fez e quando. É a diferença entre um sistema de estoque e uma tela de digitação.
Você desliga a conta e a vaga volta para o seu plano na hora. O que a pessoa fez continua registrado — o histórico do galpão nunca é apagado.
Planos
O que muda entre eles é quantas pessoas cabem — nunca as funções do sistema.
Um galpão, WMS completo
R$ 690/mês
Equipe maior, mais de um turno
R$ 990/mês
Operação grande, acompanhada
R$ 1.490/mês
Sem limite de pessoas
R$ 1.990/mês
No plano anual você paga 11 meses e usa 12, em todas as faixas. Vendedor de rua (quem atende comércios fora da empresa) é uma licença à parte, R$ 189,90 por pessoa.
Implantação
Dá para montar os endereços por conta própria hoje mesmo — o sistema gera os códigos e as etiquetas. Quem prefere que a gente faça junto, contrata.
Grátis
Precisa de uma função grande em vez de três pequenas? Dá para juntar as três num pedido só.
R$ 1.500 uma vez
R$ 3.900 a R$ 7.500
Dúvidas
Endereçamento por linha e coluna com sublocal, ordem de percurso, onda de separação, picking com conferência, FEFO por validade, quarentena e rastreabilidade por operador. O que ele não tem é a estrutura de vendas que vem embutida no preço dos outros: aqui não tem vendedor, não tem consultor, e a implantação é opcional em vez de obrigatória.
Pela estrutura: quantas linhas, quantas colunas. O sistema gera os códigos e as etiquetas, e a primeira conferência já vai endereçando o que for encontrado — inclusive o sublocal, se você quiser marcar a prateleira exata. Não é preciso parar a operação para "implantar".
Não. A câmera do celular resolve, e é a maior diferença de custo inicial: um coletor industrial custa de R$ 2.000 a R$ 6.000 por aparelho. A etiqueta de estoque (Code 128) a câmera lê perfeitamente; o código de produto (EAN-13) também, às vezes pedindo um ajuste de ângulo. Um leitor de código de barras para celular acaba com qualquer problema por uma fração desse preço — veja os detalhes. Se você já tem coletor com leitor físico, ele também funciona.
Depende de qual. Me diga qual é no formulário — essa resposta eu prefiro dar de forma honesta, olhando o seu caso, do que prometer aqui e te decepcionar na primeira semana. Se preferir, dá para usar o sistema inteiro e aposentar o outro: venda, compra e nota fiscal já estão dentro.
A conferência e a separação continuam. O app guarda no aparelho e sincroniza quando a rede volta. Wi-Fi ruim em galpão é a dor número um de quem opera com coletor, e foi construído pensando nisso.
Endereços, SKUs e movimentações são ilimitados em todos os planos. O que muda de um plano para o outro é só quantas pessoas usam.
Trinta minutos por chamada de vídeo. Eu importo o seu catálogo ao vivo, monto os endereços do seu galpão e você vê a separação rodando com os seus produtos — não uma demonstração genérica.